segunda-feira, 24 de setembro de 2007
Sansão
Claro claro, tudo está relacionado. Mas algumas pequenas coisas, pequenos detalhes chamam a atenção para a verdade.
Verdade?
Bom, no minimo é um devaneio. No maximo é uma verdade.
No minimo, então, é loucura.
No máximo, também.
...
Salas acolchoadas devem ser bem confortáveis.
terça-feira, 11 de setembro de 2007
Praticamente um monge...

Porque algumas pessoas passam tanto tempo refletindo sobre a vida, o mundo, a existencia?
Enquanto outras estão aí, felizes, trabalhando, comprando, namorando? (e muitas bebendo, fumando, se drogando, e acabando com a sua vida(o que comprova que nada tem apenas dois lados, mas isso é outra história)
E então?
Por quê? POR QUÊ?
...
Sei lá, de repente é algo assim, espiritual.
segunda-feira, 10 de setembro de 2007
Ah, a primavera
Ah, o renovado ar primaveril. Que nos faz sentir mais jovens, fortes, capazes. Esperançosos.
Ah, o quente ar primaveril. Que nos lembra que o inverno passou, que em breve será verão, e muitas coisas boas certamente irão ocorrer.
Ah, esse ar primaveril. Que renova tudo por onde passa, que faz as pessoas sorrirem, que faz os seres se amarem, que faz as flores desabrocharem, espalhando seu doce e envolvente perfume pelo ar, carregando seu estimado pólen, para todos os cantos, onde outras flores irão então desabrochar, perpetuando assim esse clima esplendido para a alegria dos poetas...
E a tristeza e raiva dos alérgicos...
Ah, o ar primaveril...
quinta-feira, 3 de maio de 2007
Mudanças
O caminho ainda nao terminou, mas agora fazemos uma pausa para descansar e avaliar tudo que vivi nos ultimos meses.
Foi bom porque me conheci melhor, e sei no que sou bom agora e devo me concentrar. Consegui ter certeza de que sonho com coisas com as quais nao posso viver, então terei que viver com coisas que não sonho, mas que objetivo ter.
Êta mundo capitalista.
Enfim, os sonhos ficaram para um dia adiante, futuro. Espero viver até lá.
É bem por aí mesmo
- A vida tem dessas coisas mesmo, rapaz.
E como tem tchê.
terça-feira, 1 de maio de 2007
Que lôcura jorge!
- "Ah, cala a boca!"
É a vida, fazer o que.
quinta-feira, 5 de abril de 2007
Hora de recordar
Me lembrei de como eram as coisas
De como era bom
Me lembrei de que o passado pode voltar
De bom para pior
Nao importa como, mas ele pode sim voltar
Por um instante, sim, foi apenas um instante
Mas eu lembrei
De como era bom
De como era, eu
Das sensações
De como isso me fazia bem
Por um momento eu me recordei de como isso preenchia minha alma
De como isso me fortalecia e me fazia crescer
Por um instante eu senti tudo novamente
E nesse instante eu senti minha vida sendo tomada por uma nova brisa
Que me trouxe mais do que força
Me trouxe uma nova, e ao mesmo tempo velha conhecida força
E naquele instante eu lembrei de quem outrora, fui
E me recordei de quem sou, na verdade
Mas isto é passado, agora eu noto novamente
O momento passou, e vejo que realmente é tudo passado
Algo, nao sei ao certo
Enterrou tudo isso
As sensações, a força, a paz
E com tudo isso a mim mesmo.
Agora sou outro
Agora sou outros.
Da união perfeita, nasceu a dualidade
E então entendo, mais ainda, que não sou mais como antes
Tudo nao passou de uma lembrança de como foram as coisas
Então o que permanece é a lembrança de como tudo era
E dessa vez vou tentar nao esquecer
Tudo isso estará vivo em minha mente até o dia derradeiro.
Mas isso também levanta novas questões
Pois há quem diga que a busca por respostas, nunca gera respostas de fato
Apenas novas perguntas
Então, assim sendo
Seria o tempo meu aliado ou meu pior inimigo?
Ouvindo: Angra - Temple of Shadows
domingo, 1 de outubro de 2006
Andarilho
Apenas a letra de uma música muito boa.
Mas advirto-vos: Não é metal. Nem ao menos rock. É, no entanto, uma música de sentimento, de linguagem de um povo. Tras o ritmo, as palavras e os sentimentos de uma nação.
Em suma, uma musica nativista.
Convosco, Luiz Marenco, um taura cantador do pampa:
Link para baixar a música via up-file
Luiz Marenco - Andarilho
Abro a porteira e me aparto do campo verde e estancieiro
Só pra estender meu baixeiro
No capão dos corredores
Sou desses que os cantadores
Batizaram nas guitarras
No peito d'um malacara
Vivo empurrando horizontes
Minha bíblia é um "Martin Fierro"
Sempre esbarro numa china
E a imagem que me domina
É um parador de rodeio
Já tive um rancho senhores
E tardes de primaveras
Onde eu lavava a erva
Sentindo o cheiro das flores
Sou ponto vivo e consciente
Na estância real das estradas
Vivo domando as mágoas
De um passado inconveniente
Nas horas das rondas claras o pensamento é tordilho
Eu recorro cada estrela recostado no lombilho
Meus olhos horizontais
Pintam quadro em campo alheio
Cada porteira é um anseio
Pra um calmo desencilhar
Talvez um dia eu encontre
Um olhar destes morenos
Sem baldas e nem venenos
E aqui me ponha a cantar
Acreditem, vale a pena.
Asta luego.
quinta-feira, 13 de julho de 2006
Para pensar e refletir
domingo, 9 de julho de 2006
A Taverna - Cap. I
Espere, não estão imoveis. Estão se mexendo, se mexendo freneticamente. O mundo começa a girar. Estou desfalecendo. Minha cabeça arde. E as sombras tomam minha mente.
...
Acordo novamente. Quanto tempo terá se passado desde meu ultimo acordar? Isso é uma incognita para mim. Ainda está dificil enxergar, mas dessa vez consigo notar o raio de sol que me despertara. A dor no ombro ainda persiste, assim como a ausencia de minha adaga.
Apenas agora noto que existe uma segunda pessoa sentada ao lado de minha cama. Forço a vista por alguns instantes e então percebo que trata-se e uma jovem donzela. Recosto a cabeça no travesseiro novamente, e aguardo enquanto meus pensamentos se reorganizam.
Devo estar sonhando, um devaneio. Onde estarei? Quem será essa jovem ao meu lado? Aliás, quem mesmo sou eu?
Kaoul, não exagere, você sabe muito bem quem és. És Kaoul, acabas de dizer. Mas isso ainda nao responde as outras duas questões. Procuro novamente por minha adaga, involuntariamente talvez. Realmente ela não está lá. Maldição!
Praticamente já recobrei meus sentidos e então tento levantar-me da cama. A jovem vem ao meu encontro, impedindo-me de realizar meu intento.
- Não se esforce ainda, lord Kaoul.
Uma voz doce, porém decidida. Abro meus olhos novamente, e agora sim, consigo distinguir as coisas. Bom, se havia alguma duvida quanto a jovem, ela acaba aqui: não era uma jovem donzela, e sim uma jovem infante. Uma guerreira, suas vestes não lhe deixavam duvida.
Cabelos negros, não muito compridos, à altura do ombro. Um rosto da mesma forma não muito grande, de traços leves. Lábios bem feitos, um tanto carnudos, e vermelhos. Olhos negros, e muito vivos. Era linda. E sorria para mim. Um sorriso confortante apenas. Vendo-o, páro de resistir e deixo que ela conduza meu corpo novamente ao recostar da cama. Continuo a olhar para ela e a tentar desvendar o que se passa por aqui.
- Quem tu és? - arrisco.
- Chamam-me de Capitã Blaotyn. E por hora, é tudo que devas saber, mylord. - diz isso enquanto pega uma vasilha com agua e se retira do quarto.
Capitã Blaotyn. Denominação que não me é estranha. Já a ouvi em algum lugar. Tento recordar, mas é em vão. Outras perguntas ainda persistem: onde estou? como vim parar aqui?
A ultima coisa que me lembro é...
Ainda não estou certo, mas recordo-me de estar partindo junto com as tropas o Lord Isaul, para enfrentar as tropas do... de quem mesmo? Ainda estou confuso. Talvez seja melhor voltar a dormir. Sim, dormir, é uma otima idéia. Dormir...
sexta-feira, 7 de julho de 2006
E minha continuidade, onde estará?
Aconteceu-me a vontade de reiniciar com textos. Há dias, talvez semanas que preciso escrever algo. Ainda não o tinha feito, sabe-se lá por quais razões. Poderia ser pelo computador infectado, pelo tempo dedicado à faculdade, ou meramente por minha preguiça. Mas eis que não posso mais fugir a isso, e agora estou aqui, em plena madrugada, com o bom Somewhere in Time a tocar, baixo sim, pois é noite e as pessoas normais estão dormindo e não escrevendo um texto qualquer. Um copo d’agua, o teclado, e eu.
Dessa vez, nada de textos subjetivos, nem de textos com fundamentações políticos-sócio-economico-cultural. Nada que se assemelhe à um dissertação colegial. Penso em algo mais sincero. Minha vontade não é de persuadir. Desejo apenas escrever, talvez dissertar, como se estivesse falando com alguém.
Exatamente. Esse é o termo. Escrever livremente, conforme minha idéias forem brotando, como se eu estivesse a conversar com algum amigo. (Ah, os amigos. Há muito que não vejo alguns deles, pelo menos alguns do mais chegados, os de longa data. E quem imaginaria que eu estaria nessa situação depois do termino do 3° ano. %¨$&($*(¨%) )
Ocorreu-me algumas idéias para o tema, idéias essas, confesso, bastante subjetivas. Mas agora, já não estou certo de querer falar sobre elas. Olhando para o titulo que acabo de deixar ali, no topo (oh, topo, palavra infeliz que me surge na falta de outra), penso em tirá-lo, quando encerrar isso por completo, e então, publicá-lo.
Se mudarei? É algo que apenas descobrirás quando eu encerrar isto, então direi.
Sim, agora me perco por completo em meus pensamentos, e já não presto mais atenção nas idéias originais. Ocorreu-me de falar em felicidade, nada de receitas ou conselhos milagrosos, apenas um questionamento, talvez algumas citações clichês do tema. De fato, a idéia de escrever sobre tal coisa me pegou a dias, e com o fato de haver-se mencionado na noite passada em uma reunião com amigos (amigos esses de curta data, mas ainda assim, bons amigos), e hoje, por incrível que pareça, na televisão.
Diante dessas “coincidências”, decidi-me por falar sobre isso, mas como bem vêem, perdi-me em pensamentos, palavras, idéias.
Agora, já não adianta mais entrar em tal assunto. Cada coisa a seu tempo, como diria meu amigo à uma amiga ontem a noite. (nada de perversões, o assunto era outro, e, estranhamente, ligado ao tema acima referido). Ou, como diria meu professora de TdA, sobre a Teoria administrativa Clássica de Fayol, sobre o quesito Ordem, em que, respeitando-se a organização deve-se haver “um lugar para cada coisa, e cada coisa em seu lugar”
Enfim, esse não é mais o espaço ou o tempo para falar sobre felicidade, ou qualquer um dos temas supra mencionados (ou quase).
Fico-me com a vã promessa de escrever sobre isso no próximo artigo. Pena que eu sei: não irei cumprir.
Ps: Aos curiosos, sim, mudei o título =D
sexta-feira, 10 de março de 2006
Ecos
Nada mais existe, e o que existe, não deveria mais existir.
O sopro do vento trazem-me a mente os que não mais podem senti-lo. E então lembro-me o quão felizardos são os que tombaram, bravamente sim ora pois, antes do entardecer. Porque a noite, agora aqui faz de nós os seus súditos, reinando absoluta sobre os que viram o sol se pôr.
A noite é longa e gelada, e o amanhecer parece nunca se aproximar. E nem deveria, pois o tempo do campo ensolarado se foi.
Por esses corredores eu presenciei, era após era, o sibilo, o auge, e a decadencia do Homem.
Agora estou só. Minha mente me acompanha, lembrando-me a cada instante quem me foi retirado em minha jornada. Os presentes que ganhei, os que roubei, e os que...perdi...
Mas a historia nao pode e nem deve ser esquecida. Ano após ano, eu relutei, mas é chegada a hora de os ensinamentos em sangue serem revelados, os ferimentos sejam abertos, para que a brasa da vida ganhe novo fôlego.
O ano?
Há muito mais tempo do que minha memoria poderia guardar
...
Sob o lento andar de sua montaria, jazia o corpo inerte, mas ainda ereto de um cavaleiro. O corpo crivado de flechas, apenas uma inteira a mostrar-se em seu ombro. A chuva, fina e penetrante, escorria-lhe por sua armadura em pedaços, lavando o sangue da batalha. Trovões longinquos estremeciam a terra, quando o solo estremeceu pelo romper de algo mais...
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O inicio de um conto
Ou de uma historia
Ou de uma epopeia
Vejamos
Ao som de?
Nightfall in the Middle Earth, do Blind Guardian, o que mais poderia ser? xD
segunda-feira, 30 de janeiro de 2006
O pior cego é aquele que não quer ver
Já dizia o poeta. Ou o sábio, não sei bem qual, mas creio que isso pouco importa. E vocês são cegos. Do pior tipo. Porque não querem ver. Não enxergam um palmo diante de seus narizes. Não vêem um palmo além do que está ao seu redor. Enxergam menos do que seus olhos podem ver, porque suas mentes não querem que vocês vejam. Vocês estão cegos para a realidade, envolta em seus mundinhos, em sua óptica restrita à valores terrenos, chamados de reais.
Vocês só vêem o que está na sua frente, ao alcance de suas mãos capitalistas americanas, moldadas à base da MTV.
Vocês não vêem o que está por trás das cortinas, além do alcance de nossas mãos terrenas. Nós somos minúsculos, mas vocês são ínfimos.
Vocês não vêem o que realmente importa, o que realmente existe. Vocês não acreditam em sim mesmo, e não acreditando em sim, acham que ninguém mais é capaz, porque vocês não foram capazes!
Mas não foram capazes por quê ? Porquê não quiseram ! Porquê estão cegos para o mundo! Porquê estão cegos para a vida! Porquê vocês preferem ser e agir como as pessoas cegas que estão ao seu redor. Porquê vocês preferem ser como elas queiram que vocês sejam.
É mais fácil, é mais simples!
Vocês são o porduto do meio, são o que querem que sejam, e não o que devem ser. Vocês são padrões numa sociedade sem padrões.*
A vida é mais do que isso ( e este ser minúsculo volta à objetividade). Mas vocês não podem ver. Vocês não querem ver. Vocês não verão, porque estão cegos.
E o pior cego é aquele que não quer ver.
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Não, não escrevi isso em especial pra nenhum de vocês. O "vocês" é modo generico pra ser
referir. ^^
Escrito ao som: Ventilador do quarto ontem de noite
Postado ao som de: Varias musicas aqui, Sonata(Tallulah e The Misery), Slayer(South of Heaven - album) e Maiden(Somewhere in Time - album)
Edit:
Realmente, me chamaram atenção(michel) para varios erros gramaticas cometidos no texto acima. Mas por entender que eles se devem ao fato de eu ter digitado tudo na pressa(já que eu escrevi o texto num bloco de notas que está aqui do lado do computador, e nele os mesmo erros não aparacem). Levando em consideração isso, e mais ao fato de que não seria justo editar o texto e corrigir os erros, eu vou deixa-lo como está.
sexta-feira, 20 de janeiro de 2006
Sou poser
Ta, eu sei que havia prometido comentar algo sobre o que havia dito no ultimo post, minhas conclusões. Já faz muito tempo, e não vale mais a pena falar sobre isso ou lembrar disso. Não aqui.
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Recomeço
Porque tudo tem tem um recomeço. Menos o Chuck Norris xD~
ueahaueheauheauaeeauh
Bem, esse ano promete. Terminei uma etapa de minha vida, e sigo para outra. Não, eu não espero que o fato de termos mudado de ano vá mudar minha vida, isso é apenas escala de tempo. E de acordo com essa escala, é nesse ano que minha vida toma outros rumos. Faculdade, novas amizades, namoro que já está em andamento(de fato, os dois ultimos meses de 2005 é que determinaram as grandes mudanças ^^), ampliação dos horizontes, novos contatos. Tenho algumas ideias no ramo politico também, vamos ver se esse ano terei condições de envolver-me com isso.
ham
No more coments for today.
sim, sou ruim em inglês -.-"
Ouvindo: Angra - Rebirth e Temple of Shadows
quinta-feira, 22 de setembro de 2005
Tempo feio
Mas bem, vamos la. Os dias não tem sido muito faceis. Eu sinto que nunca refleti sobre minha vida como estou fazendo ultimamente. Hoje não foi tanto, mas em algumas ocasiões nos dias já idos, sentia que minha cabeça estava lotada demais. Muitos pensamentos, muitas reflexões, muitas indecisões. Muitas incertesas. Minha vontade era de dormir. Dormir muito e esquecer tudo o que estava sentindo. Pensando.
Não pretendo comentar muito sobre o que está acontecendo até que eu tire alguma conclusão sobre isso tudo. E só então irei falar sobre isso, ou sobre como e quanto esses acontecimentos me afetaram.
...
terça-feira, 20 de setembro de 2005
Foi o 20 de setembro, o precursor da liberdade!
Mostramos do que o amor por uma causa pode ser capaz. Mostramos do que nosso povo pode ser capaz.
Mostramos...
Mostramos...
Mostramos...
aaaaaa
Mostramos como Ownear o resto do PAÍS!!!
MWAHAHAHAHA!!! \m/
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Hino do Rio Grande do Sul
"Como a aurora precursora
do farol da divindade,
foi o Vinte de Setembro
o precursor da liberdade.
Mostremos valor, constância,
nesta ímpia e injusta guerra,
sirvam nossas façanhas
de modelo a toda terra. (BIS)
Entre nós reviva Atenas
Para assombro dos tiranos,
Sejamos Gregos na glória
E na virtude Romanos.
Mas não basta pra ser livre
ser forte, aguerrido e bravo,
povo que não tem virtude
acaba por ser escravo."
Feliz Vinte de setembro para todos os gaúchos! =D
domingo, 18 de setembro de 2005
A solução
Vira e mexe, e eu me pego pensando nisso. Afinal são tantas coisas para serem mudadas, que parece dificil até lista-las. Primeiramente, acho q devemos esquecer um pouco essa historia de "vamos acabar com a fome!" "vamos melhorar a educação!" "vamos terminar com o crime!". Primeiramente, vamos fazer uma analize fria da situação:
O que é mais gritante no Brasil nesse momento? Fome? Miseria? Violencia? Reforma Agraria?
Sim e não. Sim, por que isso são problemas visiveis e que atigem a grande massa. Não, pq esses problemas não existem isolados. Não podemos resolver o problema da fome sem se importar com o problema da violencia. Ora, nem ao menos podemos separa-los!
Tá, até aí tudo bem, a grande midia mesmo já citou isso. Mas a coisa é mais grave do que se imagina. Como você espera acabar com a fome? Criando um programa "Fome Zero" da vida? Criando novos empregos? Melhorando a educação?
Não é por aí. Primeiramente, criar um programa de auxilio social, deve ser o inicio da restauração da ordem(ordem que aqui, nunca existiu) e não o fim. Distribuir alguns miseros reais para quem não tem nada, pode parecer uma ajuda imensa, mas não é. Ou melhor, é mas não é. Eu explico:
À curto prazo, esse dinheiro ajuda. Compra alimentos, talvez algumas roupas ou materiais escolares. Mas esse dinheiro não vai fazer com que essas pessoas mudem seu padrão de vida. Ou será que irá?
Segundamente (lol?), como vamos criar novos empregos assim do nada? Dizendo "agora, todos os setores(primario(sim), secundario e terciario) deverão abrir 151616154 novas vagas de emprego!" (tá o exemplo foi meio esculachado, mas existem muitas pessoas que acham q a coisa funciona assim! O.O). Isso logo não iria funcinar, pq não basta criar os empregos se esses setores não tiverem como, por exemplo, pagar os salarios. De que lugar eles irão tirar o dinheiro? Da venda das mercadorias produzidas pelos novos operarios? Não. O mercado interno não suportaria tal coisa. E o país não possui desenvolvimento necessario para mandar tudo para o exterior.
Uma das coisas que o Lula tanto fala, o tal desenvolvimento à longo prazo, eu concordo. E sustento. Não há como fazer grandes e profundas mudanças na Estrutura Social brasileira em pouco tempo. Para afirmar isso eu me apoio em exemplos bem sucedidos de países já há muito desenvolvidos. Nenhum deles mudou o quadro social da população assim, fazendo um distribuição de renda rapida e tola. Isso foi fruto de um desenvolvimento longo e concreto. Fortalecimento do mercado interno. Aumento da produção. Aumento no numero de empregos. Mercado interno mais fortalecido. Aumento da produção para exportação. País se torna forte aos olhos do mundo. E por aí vai.
Bem, acho q por hj chega. Acho que entrei no tema do desenvolvimento economico meio que de repente. Mas tem uma razão. É que para mim, essa é a chave para o desenvolvimento da nação, e a solução de todos os seus problemas.
Mas eu continuarei a comentar sobre isso eu outras ocasiões.
Ouvindo: Iron Maiden - Brave New World - 01 - The Wicker Man
O Inicio
Porque a semente da mudança, a visão de um mundo novo pode vir de onde menos se espera. O fim representa um começo. E todo o apocalipse representa o fim e o erguer de uma nova era. Assim é O Cavaleiro do Apocalipse, uma chaga no corpo putrido da humanidade.