Aconteceu-me a vontade de reiniciar com textos. Há dias, talvez semanas que preciso escrever algo. Ainda não o tinha feito, sabe-se lá por quais razões. Poderia ser pelo computador infectado, pelo tempo dedicado à faculdade, ou meramente por minha preguiça. Mas eis que não posso mais fugir a isso, e agora estou aqui, em plena madrugada, com o bom Somewhere in Time a tocar, baixo sim, pois é noite e as pessoas normais estão dormindo e não escrevendo um texto qualquer. Um copo d’agua, o teclado, e eu.
Dessa vez, nada de textos subjetivos, nem de textos com fundamentações políticos-sócio-economico-cultural. Nada que se assemelhe à um dissertação colegial. Penso em algo mais sincero. Minha vontade não é de persuadir. Desejo apenas escrever, talvez dissertar, como se estivesse falando com alguém.
Exatamente. Esse é o termo. Escrever livremente, conforme minha idéias forem brotando, como se eu estivesse a conversar com algum amigo. (Ah, os amigos. Há muito que não vejo alguns deles, pelo menos alguns do mais chegados, os de longa data. E quem imaginaria que eu estaria nessa situação depois do termino do 3° ano. %¨$&($*(¨%) )
Ocorreu-me algumas idéias para o tema, idéias essas, confesso, bastante subjetivas. Mas agora, já não estou certo de querer falar sobre elas. Olhando para o titulo que acabo de deixar ali, no topo (oh, topo, palavra infeliz que me surge na falta de outra), penso em tirá-lo, quando encerrar isso por completo, e então, publicá-lo.
Se mudarei? É algo que apenas descobrirás quando eu encerrar isto, então direi.
Sim, agora me perco por completo em meus pensamentos, e já não presto mais atenção nas idéias originais. Ocorreu-me de falar em felicidade, nada de receitas ou conselhos milagrosos, apenas um questionamento, talvez algumas citações clichês do tema. De fato, a idéia de escrever sobre tal coisa me pegou a dias, e com o fato de haver-se mencionado na noite passada em uma reunião com amigos (amigos esses de curta data, mas ainda assim, bons amigos), e hoje, por incrível que pareça, na televisão.
Diante dessas “coincidências”, decidi-me por falar sobre isso, mas como bem vêem, perdi-me em pensamentos, palavras, idéias.
Agora, já não adianta mais entrar em tal assunto. Cada coisa a seu tempo, como diria meu amigo à uma amiga ontem a noite. (nada de perversões, o assunto era outro, e, estranhamente, ligado ao tema acima referido). Ou, como diria meu professora de TdA, sobre a Teoria administrativa Clássica de Fayol, sobre o quesito Ordem, em que, respeitando-se a organização deve-se haver “um lugar para cada coisa, e cada coisa em seu lugar”
Enfim, esse não é mais o espaço ou o tempo para falar sobre felicidade, ou qualquer um dos temas supra mencionados (ou quase).
Fico-me com a vã promessa de escrever sobre isso no próximo artigo. Pena que eu sei: não irei cumprir.
Ps: Aos curiosos, sim, mudei o título =D
Um comentário:
Sei como se sente. Mas eu nunca nem salvo esses textos q escreveo com palavras jogas num ditor de texto qualquer ^^
Qq coisa estamos ae... gostei do layout do seu blog xD
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