(...)
Um dia eu ainda irei fazer uma lista.
Não uma, mas várias listas.
Talvez até um lista com as listas que fiz,
Listas com coisas que gosto;
Com coisas que aprecio;
Com coisas que admiro;
Com coisas que não vivo sem;
Listas com meu código de ética/vida;
Listas com coisas que vivi e nunca esqueci;
Listas com coisas que marcaram a minha existência;
Listas grandes, listas pequenas;
Listas coloridas talvez, lista em branco (porque não?);
E, claro, listas com coisas que não aprecio, desgosto, repúdio.
Uma lista com coisas que detesto;
E no topo dessa lista, entre os primeiros lugares, com toda certeza estará a ingratidão.
É odiosa a ingratidão.
Você faz, faz, faz. Ajuda, ajuda, ajuda. Se dedica, de coração.
Mas ela está lá, plantada na alma dos homens.
É triste a ingratidão.
(...)
quarta-feira, 27 de agosto de 2008
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